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6 CONCEITOS FINANCEIROS FUNDAMENTAIS PARA O MEI

Maio 4, 2018 - @medicon

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Você quer iniciar seu próprio negócio? A cada dia, mais pessoas embarcam nessa aventura. Felizmente,  há uma maior procura por informações que possam auxiliar nessa questão! A verdade é que fica muito mais fácil empreender aplicando alguns conceitos de administração que, apesar de simples, têm grande utilidade.

Começar o próprio negócio é uma grande empreitada que reserva inúmeros desafios e requer muito planejamento, principalmente quando se é um Microempreendedor Individual (MEI).

Entre as principais causas apontadas para as empresas fecharem suas portas com menos de três anos de atividade estão a falta de planejamento e o descontrole da gestão.

Se você está começando ou pretende começar seu próprio negócio, precisa saber que existem conceitos financeiros fundamentais, altamente relevantes a serem considerados, para que a sua jornada seja promissora e sua empresa possa sobreviver no mercado atual.

Para qualquer negócio crescer e evoluir de forma saudável e sustentável é preciso se ter em mente o solo onde os novos frutos serão plantados.

Para te ajudar, separamos 6 conceitos básicos de finanças que não podem ser deixados de lado na gestão do seu empreendimento. Com dicas de administração para MEI e pequenas empresas. Confira agora!

 

#1 Capital Inicial

Esse é o momento para começar o empreendimento com o pé direito; entretanto, por planejarem mal essa etapa, muitas empresas se sentenciam a dívidas muito antes da inauguração. O cálculo do Capital Inicial, isto é, o investimento inicial do negócio, deve levar em conta um estudo conservador do mercado que será explorado, bem como os recursos essenciais para dar inicio às atividades.

Nessa etapa calculamos itens do ativo, como mercadorias, máquinas e instalações, até despesas iniciais, como o marketing de inauguração. 

 

#2 Capital de Giro

Podemos definir o Capital de Giro como a a receita que sua empresa precisa dispor em caixa para arcar com todos seus custos operacionais e se manter funcionando até que possa receber dos clientes. É como uma reserva de dinheiro, mas não se refere ao lucro e não é destinada a investimentos.

Um negócio que não tem  um Capital de Giro adequado pode estar propício a pagar juros até que os pagamentos sejam efetuados, prejudicando sua lucratividade e uma série de outros problemas.

 

#3 Fluxo de Caixa

O Fluxo de Caixa é uma das ferramentas mais simples e efetivas para se monitorar o desempenho financeiro de uma empresa. É a relação comparativa entre todas as entradas e saídas de recursos em um determinado período. 

Apesar de ser simples de se administrar, muitos empreendedores cometem falhas graves e acabam prejudicando o financeiro, afetando a margem de lucro e até mesmo causando prejuízos.

Com a prática correta, é possível conhecer seu negócio mais a fundo e detectar equilíbrios e possíveis desequilíbrios na vida financeira da empresa. Esse controle é essencial para detectar problemas antes que eles aconteçam e planejar qual medida deve ser tomada para garantir o bom andamento da empresa.

Muitos apelam para utilização de sistemas de administração financeira automatizados, capazes de integrar o caixa e as contas bancárias da empresa em um mesmo banco de dados, permitindo uma gestão mais segura.

 

#4 Formatação de Preços

Diversos empreendedores iniciantes encontram muita dificuldade nessa etapa, não sabendo como estipular os preços corretos dos serviços prestados ou produtos oferecidos pela empresa. 

Por falta de um parâmetro ou conhecimento sobre economia empresarial, muitas empresas perdem clientes porque praticam preços acima do mercado ou acabam tendo sua margem de lucro drasticamente reduzida por cobrarem abaixo do valor ideal.

No entanto, vários fatores podem influenciar o preço final. Entre eles, está o nível de competição entre as empresas, a variação de despesas, entre outros. Em resumo, podem ser adotadas várias estratégias para fixar os preços, mas não se esqueça de garantir uma margem de lucro razoável em cada produto.

Sugerimos que você considere esses fatores para definir o preço ideal final para os produtos ou serviços:

 

  • A média do preço praticado pela concorrência;
  • Os custos operacionais (produção, despesas fixas e variáveis);
  • A margem de lucro ideal para sustentar seu negócio;
  • A tributação (impostos, taxas e contribuições);
  • As despesas administrativas etc.

 

#5 Custos Fixos e Variáveis

Um empreendedor experiente já deve saber qual a diferença entre os termos e o que cada um pode comprometer na evolução do negócio. Mas mesmo assim é bom relembrar. Já que os termos não se referem ao mesmo assunto

Custos fixos são aqueles necessários para que o negócio continue funcionando, como, por exemplo:

 

  • Salários dos funcionários;
  • Manutenção de equipamentos;
  • Custo de produção;
  • Custos operacionais.

 

Custos variáveis são aquelas que — como o termo já diz — variam conforme o desempenho de vendas e produção em um determinado período, ou pela carga horária do expediente, como, por exemplo:

 

  • Comissões de vendas;
  • Horas extras de funcionários;
  • Gastos com energia, água, telefone;
  • Gastos com materiais de produção.

 

É importante identificar esses dois tipos de custos para definir, por exemplo, qual deve ser o valor cobrado pelo seu produto e quais custos são indispensáveis para dar continuidade ao seu negócio.

 

#6 Controle de Estoque

O seu negócio vende produtos ou oferece serviços que necessita de estoque? A reposição é fundamental para o seu negócio evoluir de maneira saudável? Se você respondeu “sim” para essas perguntas, é necessário ter um sólido controle de recursos e materiais para sua atividade

O Controle de Estoque gerencia a entrada e saída de matérias-primas e outros elementos a serem utilizados, controlando também a quantidade de itens, a data de aquisição e a estrutura de armazenamento e localização.

Um acompanhamento mal feito e desatualizado pode gerar problemas quanto ao gerenciamento de materiais e até afetar a entrega de produtos. Como por exemplo, quando o produto consta no sistema e a venda é efetuada, mas na verdade o sistema estava desatualizado e o resultado é: uma venda perdida e um cliente insatisfeito.

Uma alternativa é apostar em sistemas de gerenciamento empresarial que oferecem recursos para um eficiente Controle de Estoque, pois permite que o Estoque seja atualizado em tempo real, produtos sejam rastreados por código, entre outros benefícios úteis para ajudar a economizar e aumentar sua margem de lucro.

 

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